| Concebida em colaboração com o maestro e compositor Aldo Brizzi, “Amor Azul” afirma-se como uma das criações mais ambiciosas do percurso recente do artista. Num ano marcado por raras aparições na Europa, esta apresentação assume particular relevância, destacando-se como um dos momentos incontornáveis da programação cultural.
Aclamada internacionalmente, “Amor Azul” chega agora à capital portuguesa para uma apresentação única, numa versão expandida e de grande escala. Em palco, uma formação de excelência que reune Gilberto Gil, o Núcleo de Ópera da Bahia – que integra cantores, percussionistas e violonistas -, a Lisbon International Symphony Orchestra, o Coro Phydellius, sob a direção musical de Aldo Brizzi.
Inspirada no poema clássico indiano “Gita Govinda”, a obra constrói uma linguagem singular, onde se cruzam a pulsação da música popular brasileira, a arquitetura da tradição erudita europeia e a dimensão espiritual da cultura indiana.
Nesta criação, a voz de Gilberto Gil expande-se para um território pouco habitual, integrando-se numa estrutura sinfónica e lírica de grande fôlego, onde o popular e o erudito coexistem de forma orgânica.
Mais do que um espetáculo, “Amor Azul” afirma-se como uma obra de síntese cultural e artística, um projeto que atravessa fronteiras estéticas e geográficas, revelando um criador em permanente reinvenção.
Com esta apresentação em Lisboa, o público terá a oportunidade de assistir a uma das propostas mais marcantes do percurso recente de Gilberto Gil, numa configuração rara e de grande escala, pensada para o palco e para a experiência ao vivo.
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