Divulgado hoje o Relatório Anual da Amnistia Internacional sobre os Direitos Humanos no mundo. A discriminação continua a ser o tema dominante, com foco nas questões raciais, de género, orientação sexual, e no tratamento de refugiados e imigrantes.
Está escrito que a tecnologia, as redes sociais e a inteligência artificial, facilitam a vigilância e a repressão digital. Um assunto aqui abordado pela jornalista Cláudia Martins:
Dois países africanos em destaque, são Angola e Moçambique. À rádio RTP África, o relator desta organização internacional para as regiões da África Austral e Oriental, Carlos Quembe, fala da violação de direitos humanos. E as detenções arbitrárias em Angola constituem alguns desses casos:
Angola e Moçambique assinam tratados, mas continuam a violá-los. Comentário de Carlos Quembe:
Uma das questões é a impunidade com que se violam os direitos humanos, diz Carlos Quembe:
Quanto ao Diretor-Executivo da Amnistia Internacional Portugal, João Godinho Martins, realça os ataques contra a liberdade de reunião e de manifestação. A começar por Angola:
Pode acompanhar o que pensa o relator da Amnistia Internacional Carlos Quembe, na “História do Dia” desta terça-feira, aqui na rádio RTP África, depois das 6 da tarde de Lisboa, numa entrevista da jornalista Cristina Magalhães.