A Mozal, a maior fundição de alumínio de África, parada desde março, garantiu ao Estado moçambicano 20 milhões e meio de Euros em impostos em 2025, quase 0,5 por cento das receitas públicas moçambicanas.
O enceramento da Mozal deixou 3 mil trabalhadores de empresas fornecedoras, sem indemnizações, enquanto continua o impasse sobre as tarifas de energia, que levaram à suspensão da produção.