O antigo Diretor-geral da OIM, Organização Internacional para as Migrações, na altura do último grande surto de Ébola na República Democrática do Congo, lembra que a doença entre 2018 e 2020, matou pelo menos, 2 mil e 300 pessoas.
O terreno é complexo, com zonas controladas por grupos armados e rebeldes. Atinge populações com uma forte tradição cultural em relação aos mortos e à morte, difícil de conciliar com as boas práticas de saúde:
António Vitorino, ex-Diretor-geral da OIM.