AZORES BURNING SUMMER REVELA CARTAZ PARA 2026 E REGRESSA AO PORTO FORMOSO NOS DIAS 28 E 29 DE AGOSTO
Festival reforça a aposta na sustentabilidade e na sua identidade musical, com uma edição repleta de grandes nomes da música lusófona.
O Festival Azores Burning Summer regressa à Praia dos Moinhos, no Porto Formoso, nos dias 28 e 29 de agosto de 2026, com um cartaz que reúne nomes como Lura, Paulo Flores, Capitão Fausto, Zé Ibarra, Tabanka Djaz e Throes + The Shine.
Com mais de uma década de percurso, o Azores Burning Summer mantém a sua identidade enquanto eco Festival, cruzando música, natureza e sustentabilidade, e promovendo o encontro entre diferentes culturas em pleno território açoriano.
A edição de 2026 volta a destacar a música da lusofonia e das diásporas africanas, reunindo nomes consagrados e projetos contemporâneos.
No dia 28 de agosto atuam Lura, uma das vozes mais emblemáticas da música cabo-verdiana contemporânea, reconhecida pela forma como tem levado a tradição crioula a públicos internacionais; Paulo Flores, figura maior da música angolana e autor incontornável na afirmação do semba e da canção de intervenção; e Tabanka Djaz, formação histórica da música guineense, símbolo da sua identidade cultural e da força das sonoridades da África lusófona.
No dia 29 de agosto, o Festival apresenta Capitão Fausto, uma das bandas mais influentes da música portuguesa atual, com um percurso marcante na renovação do pop e do rock nacional; Zé Ibarra, uma das vozes mais interessantes da nova geração da música brasileira, onde tradição e experimentação se cruzam; e ainda Throes + The Shine, projeto luso-angolano de grande energia cénica, reconhecido pela fusão singular de kuduro, rock e eletrónica.
A diversidade musical continua a ser uma das marcas do festival, promovendo o diálogo entre tradição e contemporaneidade, num ambiente que privilegia a proximidade entre artistas e público, em ligação direta com a paisagem natural da praia dos Moinhos no Porto Formoso.
Mais do que um evento musical, o Azores Burning Summer mantém o seu compromisso com práticas sustentáveis e com a valorização do território, através das iniciativas ambientais, culturais e comunitárias que integram a experiência do Festival.
“O Azores Burning Summer nasce da ligação profunda à Praia dos Moinhos, ao território e às pessoas que nele se cruzam — comunidade local, turistas e residentes estrangeiros. Entre natureza, música e consciência ecológica, o Festival é um momento e lugar de encontro, pertença e união nos Açores. A qualidade, o conforto, a segurança e a sustentabilidade estão no centro de toda a experiência que pretendemos proporcionar”, afirma Filipe Tavares, diretor do Festival.
O anúncio do cartaz marca o início da comunicação da edição de 2026, estando previstas novas divulgações nas próximas semanas, incluindo programação complementar e iniciativas paralelas.
Já se encontra disponível online a primeira fase de venda de bilhetes, com passes gerais a 30€ e bilhetes diários a 20€, até 30 de junho.
O Azores Burning Summer contribui para a descentralização cultural e dinamização turística na ilha de São Miguel, afirmando os Açores como destino relevante no circuito de festivais alternativos e não massificados.
O evento conta com o apoio institucional da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Governo dos Açores, Governo de Cabo Verde e Junta de Freguesia do Porto Formoso. Tem como patrocinadores principais a marca Terra Nostra, NOS Açores, KIA / Grupo Moniz de Sá, EDA e SATA. O festival tem o apoio à divulgação da PDL26 – Ponta Delgada Capital Portuguesa da Cultura, estando integrado na sua programação complementar.