Exige a libertação incondicional de Domingos Simões Pereira que, sublinha, é condição essencial. Apela ao diálogo dentro de um quadro de normalização democrática.
Recorda, nesta entrevista à Rádio RTP África, a tarde do ataque à sede de campanha e a forma como Simões Pereira lhe disse para fugir, porque ele, como vencedor, não podia ficar em risco.
Fernando Dias confessa ainda desilusão com a passividade da CEDEAO e da União Africana e confessa que se sentem abandonados pela comunidade internacional, embora reconheça o acompanhamento da União Europeia e da ONU.