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O FAMOD, Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência, está preocupado com os sucessivos alertas sobre a ocorrência do fenómeno climático El Niño, e pede que os deficientes não sejam deixados para trás.
Clodualdo Castiano, Diretor-Executivo do FAMOD, diz que é essencial garantir inclusão nas ações de prevenção e resposta:
O El Niño aguardado em Moçambique deverá ser um dos mais severos desde 1950. Pode afetar no país 5,3 milhões de pessoas e provocar um impacto orçamental superior a 267 milhões de Euros em 2027.
O executivo moçambicano admite que os choques climáticos podem reduzir a produção agrícola, agravar a insegurança alimentar e pressionar a dívida pública, que poderá subir até 81,4 por cento do PIB, Produto Interno Bruto.