À boleia da ONGD Helpo, de guitarra na mão e de coração aberto, Tatanka viaja para o norte de Moçambique; numa descoberta dos ritmos e das gentes, mergulha na essência de um território tantas vezes esquecido.
Numa jornada tão transformadora quanto inspiradora, segue na companha do amigo Arlindo Camacho — fotógrafo, realizador e cúmplice de muitas histórias.
Destes encontros e silêncios, desponta uma canção, uma voz: um hino que se tornará no eco da intervenção da Helpo junto destas comunidades.
Dia 1 – A música cura todos os males
Na imagem estão dois jovens: Arsénio, bolseiro do Projeto Futurando da Helpo, a tocar clarinete enquanto o outro jovem, leitor da biblioteca Livro Aberto, na leitura e na música busca a panaceia.

Foto: Arlindo Camacho
Dia 2 – Tambores , batuques e músculo cardíaco
O ritmo da música que entra no corpo e o movimento do corpo que se faz música.
Um casamento harmonioso entre som e imagem, tempo e espaço, em fórmula matemática que é metáfora para o bater do coração, a vida em forma de compasso.
Fotos: Arlindo Camacho
Dia 3 – A arte que eleva pessoas
Música e dança como forma maiúscula de comunicação onde a Língua Portuguesa tem dificuldade em entrar. Ler nas entrelinhas dos conceitos artísticos e escrever formas diferentes de superação: Saltar, subir, crescer, aprender, artistas que não sabem que o são.
Fotos: Arlindo Camacho
Dia 4 – Hoje em Nampula
Em Nampula, no norte de Moçambique a visita às comunidades começou em Natôa, onde teve o primeiro contato com um grupo de batuques.
Dia 5 – Chegada à Ilha
Atlântico e Índico juntam-se em local improvável com a leveza das palavras de quem une. Linhas retas, perpendiculares, paralelas, caminhos cruzados e destinos de sonho. Entrar no desconhecido e fazê-lo nosso. O som dos passos em direção ao mar pode ser música complexa que fica no ouvido.
Fotos: Arlindo Camacho